Contornos - Educação e Pesquisa: 2018

Principais artigos

11 de setembro de 2018

Bases de dados em Educação


Para uma visão geral de variáveis quantitativas em populações, existem bases de dados nas mais diferentes áreas. Essas bases fornecem acesso a dados produzidos por institutos de pesquisa. 

A propósito, estar sempre atento à fonte dos dados, qual empresa ou instituto é o responsável e que métodos utilizou para produzi-los.

Alguns exemplos de bases de dados que podem ser utilizadas em pesquisas na área de educação:


*Conhece outra(s)? Indique nos comentários. :)

Centro de Políticas Sociais/FGV

Portal organizado pela Fundação Getúlio Vargas, contém pesquisas, bancos de dados, textos, artigos, informações de seminários, entre outros

Consórcio de Informações Sociais (CIS)

Bancos de dados, microdados em SPSS.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Possui os mais diversos dados sobre a população e o espaço brasileiro. A PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), por exemplo, é um conjunto de dados amostrais da população, realizado anualmente, em contraponto ao Censo, que é feito uma vez a cada 10 anos e possui diferenças na metodologia.

- IBGE Cidades

Ensino - matrículas, docentes e rede escolar;
Conta com informações referentes à educação superior na América Latina (em espanhol).

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP)

Levantamentos estatísticos e avaliativos sobre o sistema educacional brasileiro. Censo Escolar, IDEB, ENEM, Censo da Educação Superior, ENADE.

INEP / EDUDATABRASIL – Sistema de Estatísticas Educacionais

Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudatabrasil).
"O sistema reúne dados de matrícula, docentes, infra-estrutura e indicadores de eficiência e rendimento educacional de todos os níveis de ensino. As variáveis estão disponíveis com detalhamento até a esfera municipal e podem, ainda, ser analisadas em diferentes dimensões, de acordo com o interesse do usuário."

Ministério da Educação

Site oficial do MEC, contém as legislações da área, especificações sobre os programas e demais informações oficiais da educação no Brasil;

MEC / SESu – Secretaria de Educação Superior

Portal indispensável para quem realiza estudos sobre Educação Superior


8 de maio de 2018

25 de janeiro de 2018

[Sugestão de artigo] A pesquisa e sua escrita: questão de estilo e autoria

De Margareth Diniz e Eloisa Helena Santos

Resumo
No presente artigo, abordamos os embaraços, os impasses e os desafios contidos na relação do pesquisador com seu objeto de pesquisa, bem como na relação do(a) orientador(a) com o(a) orientando(a), analisando em que medida as relações conscientes/inconscientes interferem e/ou elucidam os resultados da pesquisa. Nosso interesse no tema tem origem nas dificuldades vivenciadas e observadas em nossa trajetória de pesquisadoras e professoras responsáveis pela orientação de alunos(as) na realização de suas dissertações e teses. Nossa experiência evidencia um lento e trabalhoso processo de escolha do objeto de pesquisa, de desenvolvimento da pesquisa e de produção da escrita que resultará, ou não, no trabalho final de um(a) mestrando(a) ou doutorando(a) ou em um possível artigo a ser divulgado para a comunidade científica. O aporte da psicanálise, do método clínico e da teoria da implicação incide na apresentação e na análise de experiência de desenvolvimento das pesquisas e das escritas de uma tese e de uma dissertação.

Palavras-chave
Impasses na Pesquisa; Estilo e Autoria na Escrita; Relação Orientador(a)-orientando(a)

Referência
DINIZ, Margareth; SANTOS, Eloisa Helena. A pesquisa e sua escrita: questão de estilo e autoria. Trabalho & Educação. Belo Horizonte, v.25, n.1, p. 235-248, jan-abr, 2016.