Contornos - Educação e Pesquisa: links
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25 julho 2021

Utilizando o Notion nas atividades docentes

O Notion é um aplicativo/plataforma que ganhou notoriedade nos últimos tempos devido a sua multi funcionalidade. Pode ser desde um bloco de notas até um gerenciador de projetos robustos. Nas minhas férias de 2021 (férias em isolamento pandêmico), decidi ir migrando alguns painéis de outros aplicativos para experimentar e, desde então, tenho desde listas de filmes e livros até planejamentos de aula e páginas para compartilhamento de material com os estudantes.


Pelo fato de apresentar muitas possibilidades, o uso do Notion pode parecer um pouco confuso no começo. Por isso, é interessante começar pelos modelos já existentes - “templates”. A partir desses modelos você vai entendendo o que é possível fazer com a ferramenta e vai adaptando para a sua realidade.


Como tem funcionado para minha atividade docente


Uma questão importante que fui pensando ao longo dessa montagem foi que isso não poderia ser mais uma tarefa na minha rotina e sim uma forma de facilitar o gerenciamento de tantas informações. Neste ano tenho 15 turmas em 3 escolas e em algumas tenho dois componentes curriculares diferentes, o que vai multiplicando os registros de forma insana. 


Neste primeiro semestre de 2021, o que mais tenho utilizado são os painéis:


  1. Plano anual (previsão geral para 2021)

  2. Obras de referência para a professora (base dos planejamentos)

  3. Banco de questões

  4. Sequência de aulas por ano/disciplina

  5. Páginas de referência para os estudantes


Os três últimos painéis são os mais importantes para mim. 


Banco de questões


O banco de questões é um pouco trabalhoso para ir formando, mas depois ajuda muito. Estou sempre precisando buscá-las e já tentei compilar de várias formas, esta finalmente atende as minhas necessidades.



Essa é a tabela com os temas, conceitos, autores e a origem da questão (mais uma coluna para marcar se a questão já foi utilizada neste ano). Ao clicar na página, abre a questão.



 

Sequência de aulas por ano/disciplina

 


Ao clicar em cada aula, é possível ter uma página com as informações e roteiro. Nessa imagem já aparece o semestre pronto, mas, quando estava planejando, ia inserindo ideias na página de cada aula.



Ao definir os temas e a sequência, sempre que me ocorria uma ideia, ia inserindo na página correspondente, o que auxiliava na hora de montar o roteiro mais formal que vai para os estudantes depois.


Páginas de referência para os estudantes


As páginas de referência para os estudantes foram uma necessidade que surgiu ao longo do ano letivo, uma vez que a plataforma da rede por vezes não funcionava, eles tinham problemas com login, etc. No Notion, você pode compartilhar um painel em forma de site, no qual as pessoas podem acessar e somente ver. A URL não é amigável, mas um encurtador resolve o caso. Compartilhei o link com os estudantes por bluetooth ou escrevendo no quadro mesmo e lá estavam todas as informações que eles poderiam precisar em casa (já que a maior parte das turmas neste ano está no modelo “híbrido”).



Na tabela com os roteiros de estudos há uma página por quinzena com o conteúdo e questões para fazer no “tempo casa”. Nessa página também tem as indicações sobre como funciona o ensino híbrido, formulário de contato com a professora e outros links importantes. Nem todos os estudantes têm acesso à internet, nesse caso, envio para cada um os roteiros por bluetooth (felizmente são raros os casos de adolescentes sem celular, a questão tem sido o acesso à internet).


Enfim, são tantas possibilidades que pode ficar confuso, mas também é divertido ir explorando e com o tempo os registros ficam muito interessantes. Esses foram exemplos bem particulares da minha rotina, fique à vontade para compartilhar a sua forma de organização também, assim podemos conhecer mais possibilidades. :)

 

Outras experiências

 

 Usos do Notion por outros professores:

- Aulas e materiais prof. João Gilberto Saraiva
- Introdução a Engenharia de Computação - prof. José Edil G. de Medeiros

 (em construção)

  

26 outubro 2020

Podcast na educação: o que é, dicas e como começar

 
Os podcasts já vinham se popularizando nos últimos anos, e com o contexto de pandemia, distanciamento social e aulas remotas, sua utilização tornou-se uma alternativa interessante para a educação. Esse recurso tem sido bastante utilizado por professores, tanto como forma de se aproximar de seus estudantes quanto para sua própria formação.
 
O que é um podcast? Trata-se de um meio de publicação de arquivos de mídia (áudio) em agregadores diversos (Apple, Google, Spotify, Deezer, Pocket, entre outros ou até mesmo em um site próprio). É muito comparado ao rádio, por ser uma mídia sonora, porém, apresenta algumas diferenças. O podcast é um conteúdo “on demand”, ou seja, tocado sob demanda do usuário. Não há uma programação diária, o arquivo é postado e cada um ouve quando e quantas vezes quiser. Também é um conteúdo fácil de compartilhar por meio de links. Existem programas curtos, de até 10 minutos, outros com cerca de uma hora e até com várias horas de duração, que o usuário pode ouvir em partes.
 
Atualmente, com a maior facilidade de produzir e distribuir, passou-se a observar como esse poderia ser mais um recurso didático para o contexto de ensino remoto emergencial, ensino híbrido ou mesmo em aulas totalmente presenciais.
 
O formato possui diversos potenciais, como suscitar o interesse do educandos com uma forma diferente de entrar em contato com o conteúdo, diversificação dos espaços de aprendizagem, contribuição para os diferentes ritmos de aprendizagem (já que se pode ouvir de forma acelerada, pausada ou re-ouvir várias), acessibilidade para estudantes com deficiência visual ou dificuldades de leitura e, quando os estudantes também produzem os programas, há uma intensa mobilização sócio-discursiva, pois é necessária uma organização do discurso por parte do estudante.
 
Quanto aos desafios, um dos principais se refere à possibilidade de conexão para download ou ouvir os áudios em streaming. Para muitos estudantes, esse ainda é um entrave significativo. Outro desafio é a sustentabilidade do projeto por parte dos professores. Um podcast, assim como qualquer projeto, precisa de planejamento, objetivo e roteiro claros, o que demanda muita preparação e disposição. Uma dica para superar esse desafio é formar parcerias, trazer convidados/as, ter um grupo de apoio e dividir tarefas. Outra dica é que os podcasts se organizam por temporadas, você pode criar uma temporada com um número limitado de episódios os quais você se compromete em produzir (por exemplo uma temporada de 4 episódios) e depois vê a viabilidade de realizar outras temporadas.

Algumas dicas de podcasts para estudantes e professores*

  • BBC Learning English
  • Café da Manhã
  • Fronteiras da Ciência
  • Fronteiras Invisíveis do Futebol
  • História No Cast
  • História Preta
  • Mira na Língua Portuguesa
  • Nerdcast
  • Ponto de Virada
  • Prato cheio
  • Quadro Negro
  • Teaching in Critical Times
  • Trip com Ciência
  • Xadrez Verbal

*Dicas de estudantes e colegas por meio de enquete em maio de 2020 - envie suas sugestões nos comentários. :) 

Destaco também duas iniciativas (entre tantas maravilhosas) de professores da educação básica:


Como começar a produzir um podcast? Para as minhas aulas no Ensino Médio em 2020, utilizei a plataforma Anchor (https://anchor.fm) para produzir aulas em áudio para os estudantes. Trata-se de uma plataforma gratuita e bastante intuitiva, é possível produzir programas por meio do celular. 

Para saber mais como funciona essa ferramenta, recomendo o curso (que foi a principal referência para este texto) "Podcast na educação: da ideia à publicação" realizado pelo EDUMÍDIA - UFSC para a Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSC (SEPEX).

O curso está disponível no YouTube:

 
 
 

COMO REFERENCIAR ESTA POSTAGEM:

PEREIRA, Vanessa Souza. Podcast na educação: o que é, dicas e como começar. Contornos - Educação e Pesquisa, Florianópolis, 2020. Disponível em: <http://www.contornospesquisa.org/2020/10/podcast-na-educacao.html>. Acesso em: dia/mês/ano.   

02 dezembro 2019

Estratégias de leitura acadêmica - Recurso virtual

A equipe de produção da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) construiu um Recurso Educacional Aberto (REA) sobre estratégias de leitura de textos acadêmicos. A ideia é auxiliar as pessoas a compreender textos, artigos acadêmicos e científicos, por meio da elaboração de uma ficha de leitura


Clique na imagem para ampliar

A respeito das fichas de leitura (ou fichamentos), veja também o artigo Plágio em trabalhos e relatórios: é preciso entender o que é pesquisa


11 setembro 2018

Bases de dados em Educação


Para uma visão geral de variáveis quantitativas em populações, existem bases de dados nas mais diferentes áreas. Essas bases fornecem acesso a dados produzidos por institutos de pesquisa. 

A propósito, estar sempre atento à fonte dos dados, qual empresa ou instituto é o responsável e que métodos utilizou para produzi-los.

Alguns exemplos de bases de dados que podem ser utilizadas em pesquisas na área de educação:


*Conhece outra(s)? Indique nos comentários. :)

Centro de Políticas Sociais/FGV

Portal organizado pela Fundação Getúlio Vargas, contém pesquisas, bancos de dados, textos, artigos, informações de seminários, entre outros

Consórcio de Informações Sociais (CIS)

Bancos de dados, microdados em SPSS.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Possui os mais diversos dados sobre a população e o espaço brasileiro. A PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), por exemplo, é um conjunto de dados amostrais da população, realizado anualmente, em contraponto ao Censo, que é feito uma vez a cada 10 anos e possui diferenças na metodologia.

- IBGE Cidades

Ensino - matrículas, docentes e rede escolar;
Conta com informações referentes à educação superior na América Latina (em espanhol).

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP)

Levantamentos estatísticos e avaliativos sobre o sistema educacional brasileiro. Censo Escolar, IDEB, ENEM, Censo da Educação Superior, ENADE.

INEP / EDUDATABRASIL – Sistema de Estatísticas Educacionais

Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudatabrasil).
"O sistema reúne dados de matrícula, docentes, infra-estrutura e indicadores de eficiência e rendimento educacional de todos os níveis de ensino. As variáveis estão disponíveis com detalhamento até a esfera municipal e podem, ainda, ser analisadas em diferentes dimensões, de acordo com o interesse do usuário."

Ministério da Educação

Site oficial do MEC, contém as legislações da área, especificações sobre os programas e demais informações oficiais da educação no Brasil;

MEC / SESu – Secretaria de Educação Superior

Portal indispensável para quem realiza estudos sobre Educação Superior


27 agosto 2017

Tecnologia educacional e deficiência intelectual no ensino básico: sugestão de recurso

Tecnologia educacional nas escolas rompe barreiras e promove inclusão entre crianças e jovens com deficiência intelectual
*Este texto foi produzido por Ana Odorizzi, Giseli Silva Liliane Peres e Vanessa Souza

A presença cada vez maior de alunos com deficiência intelectual na educação básica está levando as escolas a adaptarem seus conceitos pedagógicos. No entanto, apesar da inclusão de crianças e jovens com algum tipo de deficiência nas escolas regulares ter aumentado nos últimos anos, são grandes os desafios para prepará-las para os educandos.

O sociólogo brasileiro José de Souza Martins ressalta que o que acontece de fato não é a exclusão – o que existe são processos sociais, políticos e econômicos excludentes, que geram uma inclusão precária e instável. Isto é, discutir a exclusão é muito mais falar sobre o que não está acontecendo, a ausência de inclusão. Nesse contexto, muitas das crianças e adolescentes com deficiência sequer são considerados estudantes – são os “alunos de inclusão”, aqueles que simplesmente estão na aula e que frequentemente realizam atividades de forma segregada dos demais. É isso que chamamos incluir?

A discussão é a respeito da inclusão é densa e uma construção constante. Por ora, nossa intenção é chamar a atenção a respeito de um aplicativo/software educacional de apoio ao ensino da Matemática.

somar
Fonte: http://www.projetoparticipar.unb.br/somar

Somar é um aplicativo produzido pelo Projeto Participar da UNB (Universidade de Brasília) que contempla atividades que possuem aplicabilidade prática dos números, usabilidade de cédulas monetárias e de calculadora para efetuar transações comerciais, bem como o uso de relógio digital para o ensino de horários cotidianos do estudante.

07 junho 2017

Plágio em trabalhos e relatórios: é preciso entender o que é pesquisa

Nos últimos anos tive a oportunidade de acompanhar vários alunos em processo de pesquisa e percebi que muitos não têm plena consciência de que o que estão fazendo é plágio. É fato que não se pode alegar simples desconhecimento, porém esse equívoco geralmente decorre da falta de preparo sobre o que é o processo de pesquisa. Infelizmente no Brasil não é comum que tenhamos a pesquisa como princípio educativo na educação básica. A maior parte das pessoas vai ter acesso ao que é uma pesquisa só na universidade (o que também foi o meu caso e contribuiu para muitos tropeços). Há iniciativas nesse sentido, inclusive de redes públicas de ensino, porém há um longo caminho de investimento.

Assim, o que temos atualmente é uma grande quantidade de pessoas acostumadas com o sistema de transcrição de trechos de enciclopédias ou revistas para a realização de trabalhos escolares e muitas outras que já nasceram na era digital, mas que seguem o mesmo princípio de transcrição, só que sem nem ao menos escrever. Com a facilidade das buscas por textos em ambientes virtuais, a prática de transcrição agora é reduzida ao famoso copiar e colar. Em muitos casos, as pessoas modificam apenas algumas palavras do texto e a partir daí o tratam como um texto “seu”.

Vejo que instituições de ensino muitas vezes enviam alertas sérios sobre o problema do plágio nos trabalhos (hoje facilmente identificáveis com softwares) mas pouco se dedicam a educar sobre o que é plágio. Talvez não seja algo tão bem entendido como se imagina.

Veja a cartilha produzida por uma comissão especializada em avaliação de autoria da UFF (Universidade Federal Fluminense) com explicação e exemplos de plágio. Atenção para os três tipos: integral, parcial e conceitual. Apenas o primeiro tipo se trata de cópia palavra por palavra. 

cartilha plágio
"Print" da primeira página da cartilha (UFF, 2010)
http://www.noticias.uff.br/arquivos/cartilha-sobre-plagio-academico.pdf

Para entender o que é plágio, é preciso entender: o que é pesquisar? Ao refletir sobre o que consiste o ato de pesquisar, o plágio tende a ficar mais evidente e evitável.

Pesquisar é um processo, não se faz na noite do último dia de prazo. Para ter o que escrever, será necessário ler, realmente conhecer o que foi publicado sobre o tema tratado. Aliás, dificilmente haverá um problema de pesquisa bem definido sem leitura, pois a leitura auxilia na percepção de lacunas que se pode examinar com a pesquisa.

01 junho 2017

Sobre uso de fotografias em relatórios e trabalho acadêmicos

Conforme vimos no post anterior, a fotografia foi inventada há cerca de 180 anos e ainda hoje é essencial para nossa comunicação e memórias pessoais e coletivas, além de provocar novas questões sociais com as inovações tecnológicas na área.

Por wildolive, 2010,
https://www.flickr.com/photos/molliejohanson/
A fotografia também é elemento importante para muitos trabalhos acadêmicos de praticamente todas as áreas do conhecimento. Muito se fala sobre a adequação do texto às normas, mas e as fotografias? 

Considerando fotografia aqui como retrato, imagem produzida por um/a fotógrafo/a e uma câmera (o que é diferente de figuras ou ilustrações) é preciso ter em mente que um dos pressupostos básicos para a existência das normas para trabalhos acadêmicos é a proteção da autoria e confiabilidade das informações na produção de conhecimento.

Neste blog há uma postagem específica sobre como indicar a descrição e a fonte de imagens utilizadas em trabalhos acadêmicos, o que também serve para a fotografia. [Como referenciar figuras e imagens] No entanto, a utilização de fotografias contém algumas questões a mais que considerei pertinentes para ampliar a discussão.

Quando utilizar uma fotografia em um trabalho, primeiramente, você deve saber, no mínimo, o nome de quem fotografou (pode ser o nome artístico), quem tem os direitos dessa fotografia, por exemplo, jornal ou agência de notícias e o ano em que foi tirada (se tiver a data completa, melhor). Apenas indicar o site de onde você buscou (especialmente em um trabalho que não é virtual) não é suficiente sem essas informações. Já para publicações na internet e em apresentações, as pessoas costumam ter menos cuidados e tenho visto que é aceitável incluir imagens sem colocar a fonte. No entanto, insisto que é importante colocar sempre as informações de autoria junto à foto, mesmo que não tenha todas.

25 julho 2013

[Sugestão de artigo] Série de textos sobre a construção de um artigo científico

A revista Epidemiologia e Serviços de Saúde publicou uma série de textos sobre comunicação científica, com autoria de Mauricio Gomes Pereira, professor Emérito de Epidemiologia da Universidade de Brasília. Os textos tratam sobre o artigo científico desde sua estrutura, o preparo até a análise de cada seção. É um bom guia para inspirar o processo - que não é simples.
O professor Maurício é médico, com experiência em Saúde Pública e Epidemiologia. Conhecer o autor é muito importante para interpretar o texto, pois as visões sobre a ciência e seus métodos são variadas e dinâmicas (para cada área do conhecimento e até entre cientistas e pesquisadores da mesma área). 
Os artigos estão disponíveis nos links abaixo:

Pereira MG. Estrutura do artigo científico. Epidemiologia e Serviços de Saúde. v.21 n.2 Brasília jun. 2012. 
Pereira MG. Preparo para a redação do artigo científicoEpidemiologia e Serviços de Saúde. v.21 n.3 Brasília set. 2012.
Pereira MG. A introdução de um artigo científico. Epidemiologia e Serviços de Saúde. v.21 n.4 Brasília dez. 2012.
Pereira MG. A seção de método de um artigo científico. Epidemiologia e Serviços de Saúde. v.22 n.1 Brasília mar. 2013.
Pereira MG. A seção de resultados de um artigo científico. Epidemiologia e Serviços de Saúde. v.22 n.2 Brasília, jun.2013.

15 janeiro 2013

Manuais ABNT

Na tentativa de auxiliar os alunos na padronização dos trabalhos acadêmicos nas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), diversas universidades criam manuais próprios com comentários sobre a utilização das normas. Já vi muitos pela internet, vários excelentes, porém nenhum é "definitivo". O ideal é conhecer manuais diferentes, pois mesmo a norma sendo única, as formas de interpretação e didática na explicação variam bastante.
Alguns manuais disponíveis na internet (lista em permanente atualização):

Se você tiver alguma sugestão de manual, envie-nos e vamos atualizando a lista. :)

10 julho 2012

Fontes de informação em saúde

Especialmente para quem pesquisa na área da saúde, alguns desses sites são essenciais:

World Health Organization - Brasil
WHO é a sigla de World Health Organization, conhecida no Brasil como Organização Mundial de Saúde (OMS). É a principal organização de pesquisa e ação em saúde no mundo. Os dados que a OMS oferece são importíssimos na constituição de um trabalho científico na área de saúde que leve em conta aspectos quantitativos.


Um dos mais completos conjuntos de serviços de informação em saúde com acesso livre a resumos e publicações. Essencial, ainda contém diversos links para outros diretórios.


DataSUS dispõe de dados e estatísticas inclusive financeiras, sobre todo o SUS. Destaque para a seção de Informações em Saúde a qual remete para outros bancos de dados essenciais para a pesquisa em saúde.

Contém informações sobre saneamento, vacinação e combate a endemias. Entre outros, oferece acesso a legislação da área e uma biblioteca digital com vídeos e publicações.


Portal oficial do Ministério da Saúde com programas e projetos de saúde governamentais, notícias e legislação que rege os serviços de saúde no Brasil.


A ANVISA é responsável pela fiscalização da produção e da comercialização de produtos e serviços que possam influir sobre a saúde da sociedade e que sejam submetidos à vigilância sanitária. No site estão disponíveis legislações específicas, alertas, informas, notícias e uma gama de assuntos de interesse para profissionais da área.


Reúne informações sobre assuntos de saúde de modo abrangente, contendo atos normativos específicos, fóruns, atas das reuniões do conselho e até uma biblioteca virtual. Na biblioteca estão disponíveis diversos livros como o documento oficial da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e a versão completa da Legislação em Saúde Mental.

Muitas dessas organizações também estão no Twitter, confira:

30 abril 2011

IBGE lança mapa-múndi interativo


ibgeRecebi por email a indicação de um site muito interessante construído pelo IBGE. Trata-se de um mapa-múndi interativo, com  informações de todos os países, agrupadas em temas como dados populacionais, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente e objetivos do milênio.

As informações são curtas e objetivas, portanto, não servem para um trabalho que necessite de maior aprofundamento. Entretanto, é uma ferramenta bastante interessante para se observar os contrastes mundiais e ficar atualizado com um pouco da conjuntura mundial. ;)

Acesse: http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php


23 novembro 2010

MORE - Mecanismo Online para Referências



O MORE - Mecanismo Online para Referências é um sistema criado pela UFSC para gerar automaticamente referências já adequadas às normas da ABNT. É uma ferramenta muito útil que sempre utilizo e recomendo. Não deixa de ser importante procurar entender como e por quê as referências se constituem de tal forma, no entanto, o sistema gerador de referências agiliza bastante o trabalho. :)

Sobre referências, veja também outras postagens em Índice temático.

03 novembro 2010

Para organizar as tarefas: Todoist

Uma dica pra quem procura uma agenda ou lista de tarefas online simples e eficiente. Uso o Todoist há quase 2 anos e recomendo muito, especialmente para os que (como eu) possuem várias tarefas e pouca memória. Com uma interface que lembra o estilo do Google, é possível agregar as tarefas por contexto, listar prioridades, acessar através do celular e ainda mesclar tudo com o Gmail. :)

Clique na imagem para observar como funciona:




07 outubro 2010

Lume - Repositório Digital da UFRGS

A fim de disponibilizar as produções científicas da universidade, a UFRGS criou um repositório digital de artigos, monografias, dissertações, teses, fotos entre outros trabalhos gerados no âmbito da universidade. São milhares de trabalhos cadastrados e classificados por áreas de conhecimento como Ciências Agrárias, Biológicas, da Saúde, Exatas e da Terra, Humanas, Sociais Aplicadas, Engenharias e Lingüística, Letras e Artes.

O objetivo é que esses trabalhos possam ser facilmente acessados, aumentando a visibilidade da produção intelectual da universidade. 

O repositório pode ser acessado em http://www.lume.ufrgs.br